23 outubro 2013

Alimentação Inteligente - Coma melhor, poupe mais

 

O projeto “Alimentação Inteligente – Coma melhor, poupe mais”, desenvolvido pela Faculdade de Ciências de Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP), em parceria com a Edenred e a Direção Geral da Saúde, venceu a categoria “Iniciativa de mobilização” dos Nutrition Awards 2013, os mais importantes galardões nacionais no campo das Ciências da Nutrição.

O trabalho premiado consiste num guia de alimentação saudável dirigido à população em geral, nomeadamente aos responsáveis pela gestão da alimentação familiar.

O livro, que tem vindo a ser adoptado como ferramenta de consulta interna em instituições públicas, como o Ministério da Solidariedade e Segurança Social, e por instituições privadas e da Economia Social, poderá ser descarregado aqui.

 

“Um homem muito ocupado para cuidar da sua saúde é como um mecânico demasiado ocupado para cuidar das suas ferramentas.” – Provérbio Espanhol

03 outubro 2013

Exercício é tão bom como fármacos para pessoas com doença cardíaca

 

 

O exercício pode ser tão importante como a medicação em pessoas com doença cardíaca, rivalizando mesmo com os fármacos na hora de evitar a morte, indica um estudo.

O estudo, citado pela BBC, que acaba de ser publicado no British Medical Journal, analisou 305 ensaios clínicos que envolveram 340 mil doentes para compreender o impacto tanto do exercício como dos medicamentos a prevenirem a morte em doentes cardíacos.

As conclusões dos investigadores apontam para que, em muitos casos, além da medicação os especialistas devam recomendar exercício físico aos doentes – sendo esta a melhor forma combinada de prevenir ataques cardíacos.

Ainda segundo os cientistas da London School of Economics, Harvard Medical School e Stanford University School of Medicine, a maioria dos doentes acaba por estar medicada mas por ter uma vida sedentária. E adiantam que, por exemplo, no Reino Unido apenas um terço das pessoas fazem as recomendadas duas horas e meia de exercício moderado ou moderado a intenso por semana. Pelo contrário, o consumo de medicamentos não pára de crescer.

O estudo assegura que estes dados vão no sentido contrário do que mostram os ensaios clínicos, em que os doentes que conjugavam medicação com exercício físico tiveram uma menor mortalidade. Ainda assim, foram encontradas duas exceções: os chamados "medicamentos diurético"s pareceram ser mais eficazes a evitar a mortalidade em doentes com falência cardíaca, enquanto o exercício mostrou ser melhor na esperança de vida nos casos de acidente vascular cerebral.

Em reação ao estudo, a British Heart Foundation alertou que é muito importante que todos os doentes continuem a tomar os seus medicamentos e que a prática de exercício físico deve ser sempre vista caso a caso com o médico. Além disso, defendeu que faltam dados a longo prazo sobre os efeitos do exercício, diz a BBC.

“A única deficiência na vida é uma atitude negativa” - Scott Hamilton