Segundo um recente estudo, o exercício aeróbico constante tem menos vantagens do que um ou dois sprints. O HIIT altera significativamente o metabolismo, desde que sejam respeitados determinados parâmetros.
Ver aqui o artigo completo.
20 dezembro 2011
19 dezembro 2011
A nova ciência da felicidade
Apesar da intenção da criação deste site ser inteiramente direccionada para o desporto, existe algo que não poderá ser desagregado do mesmo - o factor psicológico.
Sem vontade, não existe obra criada, obra essa que traz felicidade ao seu criador.
Numa consulta pela net, deparei-me com um artigo publicado em Abril/2006 por David Cohen e Aida Veiga com o tema "A nova ciência da felicidade".
Sem vontade, não existe obra criada, obra essa que traz felicidade ao seu criador.
Numa consulta pela net, deparei-me com um artigo publicado em Abril/2006 por David Cohen e Aida Veiga com o tema "A nova ciência da felicidade".
17 dezembro 2011
A Terapia de Gerson
Tive conhecimento de um documentário, através do site http://amigosdacura.ning.com/ que, no meu entender possui informação muito pertinente.
Depois de realizar "Morrendo por não saber", Steve Kroschel, deparou-se com provas que demonstravam que a cura do cancro já tinha sido descoberta e que os interesses da indústria farmacêutica eram mais fortes na ocultação desta simples descoberta.
Poderão visualizar o vídeo em baixo (clique em cc para obter legendas em português).
16 dezembro 2011
Hipertrofia muscular e nutrição
Sendo a hipertrofia muscular o processo através do
qual se dá o aumento da massa muscular e o exercício de força muscular,
considerado um estímulo eficaz para a ocorrência da hipertrofia muscular, este facto
não é suficiente para a promoção da deposição proteica no músculo, sendo
essencial a interação do exercício com a adequada ingestão alimentar.
Fatores como a ingestão energética ou o timing de
ingestão têm-se mostrado tão ou mais importantes nesta área. Assim, quando o objetivo principal
for a hipertrofia muscular, a recomendação deverá ser uma alimentação hiperenergética,
dependendo da intensidade, duração e cronicidade do treino.
Aconselho vivamente a lerem as conclusões deste trabalho que
se encontram na página 25 (tese).
02 dezembro 2011
Procura do perfeccionismo pode provocar comportamentos alimentares de risco
Os autores do estudo, Rui Gomes e Luiz Silva, não encontraram no comportamento dos desportistas qualquer associação com a pressão assumida pelo treinador, «não se confirmando assim a importância que outros estudos têm vindo a atribuir aos técnicos na promoção de comportamentos alimentares problemáticos nos atletas».
Os resultados deste trabalho indicam também que a pressão dos pais ao nível da restrição alimentar é superior aos padrões de exigência pessoal dos próprios desportistas.
O estudo permitiu concluir igualmente que não existem grandes diferenças de comportamento independente da idade dos inquiridos, ao contrário do que avançam outras investigações, que associam as perturbações alimentares aos mais novos.
No entanto, as diferenças de idade tornaram evidente o facto de os mais novos apresentarem padrões de perfeccionismo mais elevados do que os seus colegas mais velhos, nomeadamente pela preocupação com os erros, pela pressão parental e pela pressão do treinador.
O texto conclui que as dimensões pessoais (sexo, percepção de peso ideal) e desportivas (títulos obtidos) permitem ter uma melhor percepção da tendência para as desordens alimentares.
Segundo a investigação, que refere existir uma maior tendência das mulheres para comportamentos alimentares de risco, os atletas que manifestam um ideal de peso abaixo do atual tendem a ter mais problemas de comportamento alimentar, maiores níveis de insatisfação corporal e preocupação com as avaliações dos outros acerca da sua forma corporal.
O estudo tornou igualmente claro que a preocupação com os erros está intimamente associada aos comportamentos alimentares de risco.
A investigação recente demonstra que as dimensões negativas do perfeccionismo (preocupação com os erros, dúvidas acerca das opções assumidas, as expectativas goradas e as reações negativas face aos erros cometidos) estão associadas a problemas psicológicos como a ansiedade, o esgotamento ou a baixa autoestima.
As desordens alimentares dizem respeito a problemas psiquiátricos potencialmente ameaçadores da vida e as mais conhecidas são a anorexia, que se caracteriza por um medo mórbido em engordar, e a bulimia nervosa, que se caracteriza por episódios de ingestão alimentar incontrolável, seguidos por algum tipo de comportamento compensatório.
No que diz respeito ao perfeccionismo, os atletas com essa personalidade caracterizam-se por padrões de exigência elevados, acompanhada por uma tendência para serem demasiado críticos na avaliação do seu próprio comportamento.
Participaram neste estudo 299 atletas (146 mulheres, 48,8%; 153 homens, 51,2%) com idades entre os 14 e os 39 anos e na distribuição por modalidades, a maioria praticava desportos coletivos (195, 65,2%), enquanto 104 atletas (34,8%) estavam em desportos individuais.
De um modo geral, os participantes competiam nas principais divisões das respetivas modalidades (111, 77,1%) e um número significativo de atletas obteve êxitos desportivos (alcançaram o título de campeões nacionais) (86, 28,8%).
Os atletas distribuíram-se por três escalões competitivos: juvenis (133, 44,5%), juniores (90, 30,1%) e seniores (76, 25.4%).
Retirado de desporto.sapo.pt
Os resultados deste trabalho indicam também que a pressão dos pais ao nível da restrição alimentar é superior aos padrões de exigência pessoal dos próprios desportistas.
O estudo permitiu concluir igualmente que não existem grandes diferenças de comportamento independente da idade dos inquiridos, ao contrário do que avançam outras investigações, que associam as perturbações alimentares aos mais novos.
No entanto, as diferenças de idade tornaram evidente o facto de os mais novos apresentarem padrões de perfeccionismo mais elevados do que os seus colegas mais velhos, nomeadamente pela preocupação com os erros, pela pressão parental e pela pressão do treinador.
O texto conclui que as dimensões pessoais (sexo, percepção de peso ideal) e desportivas (títulos obtidos) permitem ter uma melhor percepção da tendência para as desordens alimentares.
Segundo a investigação, que refere existir uma maior tendência das mulheres para comportamentos alimentares de risco, os atletas que manifestam um ideal de peso abaixo do atual tendem a ter mais problemas de comportamento alimentar, maiores níveis de insatisfação corporal e preocupação com as avaliações dos outros acerca da sua forma corporal.
O estudo tornou igualmente claro que a preocupação com os erros está intimamente associada aos comportamentos alimentares de risco.
A investigação recente demonstra que as dimensões negativas do perfeccionismo (preocupação com os erros, dúvidas acerca das opções assumidas, as expectativas goradas e as reações negativas face aos erros cometidos) estão associadas a problemas psicológicos como a ansiedade, o esgotamento ou a baixa autoestima.
As desordens alimentares dizem respeito a problemas psiquiátricos potencialmente ameaçadores da vida e as mais conhecidas são a anorexia, que se caracteriza por um medo mórbido em engordar, e a bulimia nervosa, que se caracteriza por episódios de ingestão alimentar incontrolável, seguidos por algum tipo de comportamento compensatório.
No que diz respeito ao perfeccionismo, os atletas com essa personalidade caracterizam-se por padrões de exigência elevados, acompanhada por uma tendência para serem demasiado críticos na avaliação do seu próprio comportamento.
Participaram neste estudo 299 atletas (146 mulheres, 48,8%; 153 homens, 51,2%) com idades entre os 14 e os 39 anos e na distribuição por modalidades, a maioria praticava desportos coletivos (195, 65,2%), enquanto 104 atletas (34,8%) estavam em desportos individuais.
De um modo geral, os participantes competiam nas principais divisões das respetivas modalidades (111, 77,1%) e um número significativo de atletas obteve êxitos desportivos (alcançaram o título de campeões nacionais) (86, 28,8%).
Os atletas distribuíram-se por três escalões competitivos: juvenis (133, 44,5%), juniores (90, 30,1%) e seniores (76, 25.4%).
Retirado de desporto.sapo.pt
Subscrever:
Mensagens (Atom)